quinta-feira, 11 de junho de 2015

Prémio a Luísa Costa Gomes

Instituído em 1995, o Grande Prémio de Literatura dst assume-se “enquanto veículo de progresso social” e uma “impulso decisivo para que os autores nascidos e residentes em Portugal descubram um porto seguro para a sua criatividade e uma âncora para projectos futuros”. A  escritora Luísa Costa Gomes venceu por unanimidade a edição de 2015 do Grande Prémio de Literatura dst com a obra Cláudio e Constantino que, segundo o júri, tem “um poder encantatório, fabular e problematizador”.A distinção, com um valor pecuniário de 15 mil euros, será entregue no próximo dia 3 de Julho, no Theatro Circo, em Braga, num evento integrado na Feira do Livro.



(http://www.publico.pt/culturaipsilon/noticia/luisa-costa-gomes-vence-edicao-de-2015-do-grande-premio-de-literatura-dst-1697833)

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Prémio da União Europeia para a Literatura

David Machado vence Prémio da União Europeia para a Literatura, entre mais doze escritores premiados, com o seu livro: "Índice Médio de Felicidade",  publicado em 2014.

"A história de Daniel, cujos planos para o futuro se veem abalados (mas não destruídos) pela crise e o desemprego, foi publicada em 2014 pela Dom Quixote. A decisão unânime de premiar o romance Índice Médio de Felicidade foi do júri composto por Elísio Maia, em representação dos livreiros portugueses, José Jorge Letria, em representação dos autores, e João Amaral, em representação dos editores." (http://observador.pt/2015/04/14/david-machado-vence-premio-da-uniao-europeia-para-a-literatura/)


 

A Feira Quinhentista em Alcochete

Os trabalhos para a Feira vão sendo feitos pelas diferentes turmas: mapas, pesquisa de temáticas, de poemas, escrita de sketchs sobre o tempo de D. Manuel - para se comemorar os 500 anos do Foral -, apresentações sobre a época e o Foral, visitas guiadas a exposições sobre a época (trajes) e sobre este rei que nasceu em Alcochete.

Nos dias 5, 6 e 7 de junho, as turmas das escolas vão à Feira onde poderão ver animações de rua, fantoches, comprar muitas coisas nas bancas, comer na taberna...


Estão todos convidados.

A Biblioteca da FCT veio falar sobre a Literacia da Informação



A Literacia da Informação implica saber pesquisar nas várias fontes, ou seja, o utilizador/aluno tem de saber quando e por que necessita de informação, onde a pode encontrar, como a pode avaliar, utilizar e comunicar de maneira ética, sem copiar direta ou indiretamente a informação. É preciso indicar as fontes consultadas nas indicações bibliográficas e ao longo do trabalho. 

Desde 2009, as bibliotecas construiram um Modelo de Literacia da Informação, com 8 etapas - inicialmente era usado em Área de Projeto - e que aparece neste blogue, numa das colunas do blogue. Na biblioteca D. Manuel há um dossiê com os materiais do Modelo e ainda uma pasta com outros documentos de apoio: Aprender & Comunicar.

A Faculdade de Ciências e Tecnologias veio à ESA mostrar o que faz nesta área. Foi no início de maio.
 

quinta-feira, 14 de maio de 2015

500 anos do Foral de Alcochete


No âmbito das comemorações dos 500 anos do Foral de Alcochete, a Biblioteca Escolar preparou um powerpoint para os alunos do 1º ciclo - aborda o quotidiano do séc. XVI e a explicação da importância do Foral...

A Feira Quinhentista que decorrerá nos dias 5, 6 e 7 de junho incidirá nesta temática. Os alunos das várias turmas têm participado na leitura e tratamento da informação sobre diversas temáticas relativas a esta comemoração e foram às atividades programadas quer pelo Museu Municipal quer pela Biblioteca Municipal. O Clube de Teatro e a Comissão que organiza a Feira Quinhentista também programaram atividades para este ano letivo.

quinta-feira, 7 de maio de 2015

O livro do mês de maio


Uma peça de teatro fabulosa para o 8º ano...Vanessa critica as brincadeiras das miúdas, segundo elas discriminatórias,
 

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Um livro sobre os livros


"A rapariga que roubava livros" , de Markus Zuzak, é um livro que fala sobre a leitura e sobre o amor à literatura.

Sinopse


Plano Nacional de Leitura
Livro recomendado para o 9º ano de escolaridade, destinado a leitura orientada - Grau de Dificuldade II.

Quando a morte nos conta uma história temos todo o interesse em escutá-la. Assumindo o papel de narrador em A Rapariga Que Roubava Livros, vamos ao seu encontro na Alemanha, por ocasião da segunda guerra mundial, onde ela tem uma função muito activa na recolha de almas vítimas do conflito. E é por esta altura que se cruza pela segunda vez com Liesel, uma menina de nove anos de idade, entregue para adopção, que já tinha passado pelos olhos da morte no funeral do seu pequeno irmão. Foi aí que Liesel roubou o seu primeiro livro, o primeiro de muitos pelos quais se apaixonará e que a ajudarão a superar as dificuldades da vida, dando um sentido à sua existência. Quando o roubou, ainda não sabia ler, será com a ajuda do seu pai, um perfeito intérprete de acordeão que passará a saber percorrer o caminho das letras, exorcizando fantasmas do passado. Ao longo dos anos, Liesel continuará a dedicar-se à prática de roubar livros e a encontrar-se com a morte, que irá sempre utilizar um registo pouco sentimental embora humano e poético, atraindo a atenção de quem a lê para cada frase, cada sentido, cada palavra. Um livro soberbo que prima pela originalidade e que nos devolve um outro olhar sobre os dias da guerra no coração da Alemanha e acima de tudo pelo amor à literatura.